Esta página do livro “A Tradução Vivida”, de Paulo Rónai, sugere uma explicação para as omissões na tradução de Lord Jim feita por Mário Quintana. Quantas assim não há por aí?
Lord Jim, de Joseph Conrad – 1ª parte
Nem tudo que reluz é ouro
O primeiro livro que vou abordar aqui é Lord Jim, de Joseph Conrad. Mas, antes de comparar as três traduções brasileiras, vou me deter um pouco na de Mário Quintana, por uma triste razão: a versão do poeta gaúcho é resultado de uma severa mutilação do texto original.


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